Novas regras para bicicletas elétricas geram polêmica

Por Mariana Montenegro comentário(s)

As famosas bicicletas elétricas estão conquistando novos fãs e o número de adeptos vem crescendo nos últimos tempos.  Esse crescimento é favorável ao meio-ambiente, principalmente nos inúmeros casos em que pessoas deixam o carro na garagem para utilizá-las.

Mas não é de hoje que as magrelas, sejam elas elétricas ou não, são desrespeitadas no trânsito de Rio de Janeiro e São Paulo. O problema é que mesmo tendo que dividir espaço com carros e motos na rua na falta ciclovia, quando as pistas exclusivas para bikes existem, também não são respeitadas.

Analisando como está se tornando difícil a situação nesses grandes centros urbanos , a prefeitura de São Paulo vai multar motoristas que colocarem ciclistas em risco.

Enquanto isso, a prefeitura e o Detran no Rio de Janeiro ainda estão decidindo que providências tomar em relação à fiscalização das bicicletas elétricas.

Em ação desde o dia 14 de maio, a fiscalização em São Paulo foi reforçada por profissionais de trânsito treinados  que levam uma câmera no capacete ao andarem de bicicleta para flagrar os infratores. Além da punião a motoristas que invadirem o espaço dos ciclistas, os fiscais estão aptos a multar:

- Quem dirigir sem atenção forçando o ciclista a frear bruscamente ou mudar seu trajeto de última hora (multa de R$ 53,20 e 3 pontos na carteira).

- Quem não reduzir a velocidade ao ultrapassar o ciclista, colocando a vida dele em risco (multa de R$ 127,69 e 5 pontos na carteira).

- Fechar a passagem de quem vai de bicicleta (multa de R$ 85,13 e 4 pontos na carteira).

Já no Rio de Janeiro, a polêmica continua em relação ao caso de Marcelo Toscano, que teve sua bicicleta elétrica apreendida pela Lei Seca, que no dia do ocorrido, estava montada na passagem da ciclovia. Toscano resgatou sua bicicleta e continua a andar com ela pela cidade ao mesmo tempo que luta contra as multas que levou do Detran pelo transporte ser considerado um ciclomotor e precisar de capacete e carteira de habilitação para circular. O Detran e a prefeitura do Rio de Janeiro ainda divergem em certos pontos nesse caso.

E o que você acha disso? A bicicleta elétrica deve ou não ser considerada um transporte alternativo comum?

*Informações Jornal Nacional

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